Angela Davis e sua Filosofia
Angela Davis tem crença de que raça, classe e gênero, um padrão que se deve ser consideradas em conjunto. Durante sua conferência em São Luiz, no Maranhão, na 1ª Jornada Cultural Lélia Gonzales, Davis explicou que a classe é o principal fator para entender, como pode criar diferentes tipos de opressões.
-“É preciso compreender que classe informa a raça. Mas raça, também pode informa a classe. E gênero informa a classe”, disparou. “Raça é a maneira como a classe é vivida. Precisamos refletir bastante para perceber as interseções entre raça, classe e gênero, para que possamos perceber que entre essas categorias existem relações que são mútuas e ou cruzadas. Ninguém pode assumir a primazia de uma categoria sobre as outras.”
O RACISMO ENCORAJA A VIOLÊNCIA SEXUAL
Ainda no seu livro, "mulheres, Raças e Classe", Angela Davis, cita ainda que no período da escravidão, os proprietários de escravos, viam suas escravas com meras produtos sexuais e achavam que tinham direito de abusar e fazer o quisesse com as mesmas, as tratando como um simples objetivo.
Ainda no seu livro Angela completa -“A escravidão se sustentava tanto na rotina do abuso sexual quanto no tronco e no açoite”.
Segundo a filósofa, a ideia do abuso sexual de mulheres negras como algo institucionalizado se tornou tão forte que continuou até mesmo após escravidão ter sido abolida. Adjetivos que retratam a mulher negra como promíscua e imoral, são frequentemente utilizados na mídia, e ajudaram a reforçar essas ideologias.
Davis afirmar ainda que o racismo é uma das formas de incentivar o machismo e o sexismo em suas citações. -“Embora as mulheres negras e suas irmãs de minorias étnicas e sociais tenham sido os alvos principais desses ataques de inspiração racista, as mulheres brancas também acabam por sofrerem ataques. Uma vez que os homens brancos estavam convencidos de que podiam cometer ataques sexuais contra as mulheres negras impunemente, sua conduta em relação às mulheres de sua própria raça não iria permanecer ilesa”, explica.
Angela Davis tem crença de que raça, classe e gênero, um padrão que se deve ser consideradas em conjunto. Durante sua conferência em São Luiz, no Maranhão, na 1ª Jornada Cultural Lélia Gonzales, Davis explicou que a classe é o principal fator para entender, como pode criar diferentes tipos de opressões.
-“É preciso compreender que classe informa a raça. Mas raça, também pode informa a classe. E gênero informa a classe”, disparou. “Raça é a maneira como a classe é vivida. Precisamos refletir bastante para perceber as interseções entre raça, classe e gênero, para que possamos perceber que entre essas categorias existem relações que são mútuas e ou cruzadas. Ninguém pode assumir a primazia de uma categoria sobre as outras.”
O RACISMO ENCORAJA A VIOLÊNCIA SEXUAL
Ainda no seu livro, "mulheres, Raças e Classe", Angela Davis, cita ainda que no período da escravidão, os proprietários de escravos, viam suas escravas com meras produtos sexuais e achavam que tinham direito de abusar e fazer o quisesse com as mesmas, as tratando como um simples objetivo.
Ainda no seu livro Angela completa -“A escravidão se sustentava tanto na rotina do abuso sexual quanto no tronco e no açoite”.
Segundo a filósofa, a ideia do abuso sexual de mulheres negras como algo institucionalizado se tornou tão forte que continuou até mesmo após escravidão ter sido abolida. Adjetivos que retratam a mulher negra como promíscua e imoral, são frequentemente utilizados na mídia, e ajudaram a reforçar essas ideologias.
Davis afirmar ainda que o racismo é uma das formas de incentivar o machismo e o sexismo em suas citações. -“Embora as mulheres negras e suas irmãs de minorias étnicas e sociais tenham sido os alvos principais desses ataques de inspiração racista, as mulheres brancas também acabam por sofrerem ataques. Uma vez que os homens brancos estavam convencidos de que podiam cometer ataques sexuais contra as mulheres negras impunemente, sua conduta em relação às mulheres de sua própria raça não iria permanecer ilesa”, explica.
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